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	<title>Blog da ESAB</title>
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	<description>A Melhor e Maior Escola Aberta do País</description>
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		<title>Educadora de 83 anos defende mudança radical no ensino</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 14:42:35 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Com quase 60 anos dedicados ao magistério, Léa Fagundes é requisitada em todo o território brasileiro para conferências e formações de docentes Léa Fagundes é pedagoga e psicóloga voltada à área de informática educacional Dos seus 83 anos de vida, Léa Fagundes já dedicou quase 60 ao magistério e mais de 20 ao estudo da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com quase 60 anos dedicados ao magistério, Léa Fagundes é requisitada em todo o território brasileiro para conferências e formações de docentes</p>
<p>Léa Fagundes é pedagoga e psicóloga voltada à área de informática educacional</p>
<p>Dos seus 83 anos de vida, Léa Fagundes já dedicou quase 60 ao magistério e mais de 20 ao estudo da informática na educação. Inovadora desde sempre, a coordenadora do Laboratório de Estudos Cognitivos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) defende um modelo de inclusão digital nas escolas em que o aluno seja protagonista do aprendizado. &#8220;É uma mudança total de paradigma. O estudante deve programar o computador, se apropriar da linguagem e se tornar investigador&#8221;, afirma a professora, requisitada em todo o território brasileiro para conferências e formações de docentes.</p>
<p>Assessora do Ministério da Educação (MEC), pedagoga e psicóloga, Léa aponta que o Brasil construiu uma história significativa no que diz respeito à inclusão digital nas escolas &#8211; história da qual ela é parte ativa -, mas critica a interrupção de programas educacionais por questões políticas e estruturais, como ocorre na transição de governos. A gaúcha indica também que a resistência de educadores à tecnologia e o medo da quebra de hierarquias em sala de aula é outro entrave enfrentado. &#8220;Na escola, as crianças são tratadas quase ditatorialmente&#8221;, argumenta.</p>
<p>Os alunos vão ao laboratório, depois voltam e o docente manda que eles se sentem um atrás do outro e abram o caderno, não há integração entre os momentos.</p>
<p>Confira abaixo a entrevista completa.</p>
<p>Terra &#8211; Em que nível o Brasil está hoje no que diz respeito à inclusão digital e ao uso de ferramentas computacionais em sala de aula?</p>
<p>Léa Fagundes &#8211; O Brasil é um continente, então não dá para dizer &#8220;no País&#8221;.</p>
<p>No Amapá, é uma realidade, em Curitiba é outra. Mas, apesar de todas as diferenças, nós temos uma unidade cultural, falamos a mesma língua, e os programas dos currículos são semelhantes. Os NTEs (Núcleos de Tecnologia Educacional) e a formação dos professores que veio junto com eles avançaram muito o Brasil nessa área. Chegou um momento em que a gente teve que criar cada vez mais núcleos e, com eles, mais laboratórios (de informática).</p>
<p>Acontece que nós não queríamos mais laboratórios, porque isso não resolve a questão da inclusão.</p>
<p>Terra &#8211; Por que os laboratórios não são uma solução?<br />
Léa &#8211; No mundo, e aqui no Brasil inclusive, quando começou a se falar em inclusão digital nas escolas foram instalados laboratórios. Por quê? Porque os computadores eram muito caros, então não podia ter fartura, não era possível um por aluno, e laboratórios eram mais viáveis. Mas qual o problema deles?</p>
<p>O currículo, que a gente luta para transformar, tem de ser interdisciplinar e não precisa ser sequencial.</p>
<p>Na maior parte das vezes, são formados técnicos para trabalhar no local, mas o professor de sala de aula não vai ao laboratório e não se especializa. Então os alunos vão ao laboratório, depois voltam e o docente manda que eles se sentem um atrás do outro e abram o caderno, não há integração entre os momentos. Por isso nos encantamos com a ideia do OLPC (One Laptop Per Child, projeto de computador educacional iniciado no Massachusetts Institute of Technology, hoje desenvolvido em uma associação de mesmo nome, presidida por Nicholas Negroponte).</p>
<p>Terra &#8211; Quais são as principais diferenças da inclusão digital nas escolas no Brasil em relação a outros países?</p>
<p>Léa &#8211; A principal diferença entre nós e países da América do Norte e da Europa é que aqui adotamos um programa em que as crianças podem programar o computador, e não serem ensinadas por ele. Nós defendemos a linguagem Logo (criada por Seymour Papert, um dos idealizadores do OLPC) para a informática na educação. Na maior parte do mundo, são colocados computadores e um sistema para ensinar a criança, como se fosse o conteúdo passado por um professor para o aluno. Esse é outro paradigma, é uma mudança completa na escola. O estudante passa a ser investigador e a programar o computador. Agora tu me perguntas: o Brasil está melhor nessa área? Sim. Mais do que todos os países? Não. Mas, por exemplo, na França, formaram mil professores, e o computador era barato porque era nacional. Mas esse modelo também era tradicional, de professor que tem que saber mais que aluno. Para mim, não é assim, vejo o aluno como um pesquisador, e o professor, um orientador.</p>
<p>Acredito que futuros professores vão mudar esse cenário, pois são pessoas novas que gostam de tecnologia e não têm medo.</p>
<p>Terra &#8211; Como deve ocorrer essa mudança?</p>
<p>Léa &#8211; É importante destacar que a questão não é aprender a mexer no equipamento, nem aprender conteúdo de sala de aula no computador, é o aluno programando, pesquisando, isso exige um currículo totalmente novo. O currículo, que a gente luta para transformar, tem de ser interdisciplinar e não precisa ser sequencial. Por exemplo, quando o aluno chega para o professor e diz que tem curiosidade de aprender determinado tema, e o professor responde que não pode, porque o conteúdo é do próximo ano, isso prejudica o aprendizado. O aluno tem que ter curiosidade no que é ensinado, por isso o problema apresentado tem de ser instigante, interessante. Os alunos surpreendem a gente.</p>
<p>Terra &#8211; Quais são os entraves enfrentados na inclusão da tecnologia no ambiente escolar?</p>
<p>Léa &#8211; Nós temos bons programas nacionais de educação e informática, e nos últimos 30 anos tivemos muitos projetos de visão nacional. O problema é que, quando mudam os governos, os projetos sofrem muito, porque as pessoas que entram na nova gestão não têm conhecimento suficiente ou não querem prestigiar o partido que antecedeu, então temos tido dificuldade com a continuidade. Por outro lado, o Brasil tem uma história, e ela, apesar de interrupções, não estacionou, está avançando. E eu acredito que futuros professores vão mudar esse cenário, pois são pessoas novas que gostam de tecnologia e não têm medo.</p>
<p>A cola deveria ser obrigatória. Cola é cooperação. É uma criança colocando a dúvida, e outras tentando ajudar.</p>
<p>Terra &#8211; A senhora percebe resistência de educadores ou das próprias instituições em relação às tecnologias? Há medo de romper hierarquias?</p>
<p>Léa &#8211; Hierarquia é a palavra-chave. Na escola, as crianças são tratadas quase ditatorialmente. Sentam-se em fila e, caso se virem, têm que justificar. Os professores dizem &#8220;não olha para o lado, não cola do colega&#8221;. A cola deveria ser obrigatória. Cola é cooperação. É uma criança colocando a dúvida, e outras tentando ajudar. Você tem avaliações em que uma só resposta é certa, e todos os alunos têm que dizer a mesma coisa. O problema não é ter apenas uma resposta certa, mas eles (os estudantes) têm que testar essas respostas e ver qual resolve melhor o problema. Mas o pior são os cursos de licenciatura, que formam professores, mas não se atualizam.</p>
<p>Terra &#8211; A mudança desse paradigma deve começar na universidade?</p>
<p>Léa &#8211; Parece que isso é ilusão, sonho. Os professores que ensinam nas universidades são doutores, famosos, escrevem teses científicas e livros. Eles não querem dar o braço a torcer e dizer &#8220;nós temos que aprender de novo&#8221;.</p>
<p>Então o computador não entra nas licenciaturas, que é onde deve estar. As melhores licenciaturas são aquelas em que os cursos abraçam a tecnologia. Ser professor é um encantamento, e é um encantamento também em poder se atualizar.</p>
<p>Flávio Dutra, UFRGS</p>
<p>Cartola<br />
Fonte: TERRA</p>
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		<title>Cinco caminhos para construir a educação do futuro</title>
		<link>http://www.esab.edu.br/blog/?p=1637</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 14:39:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma mudança na maneira de ensinar e a aposta no professor estão entre os desafios a serem enfrentados pela educação Reformular o jeito de ensinar é um dos maiores desafios da educação. Este fazer diferente já ocorre em diversas escolas, que têm provado que o método tradicional de ensino pode ter dado muito certo no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma mudança na maneira de ensinar e a aposta no professor estão entre os desafios a serem enfrentados pela educação</p>
<p>Reformular o jeito de ensinar é um dos maiores desafios da educação. Este fazer diferente já ocorre em diversas escolas, que têm provado que o método tradicional de ensino pode ter dado muito certo no passado, mas está longe de atender aos anseios de um universo no qual crianças crescem tendo as novas tecnologias como companheiras.</p>
<p>Para marcar a segunda fase da campanha do Grupo RBS e da Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho A Educação Precisa de Respostas, foram elencados cinco eixos para motivar a sociedade em busca de educação qualificada.</p>
<p>O exercício foi baseado nas metas do movimento Todos pela Educação e realizado com a ajuda de especialistas.</p>
<p>Mozart Neves Ramos, conselheiro do movimento, aposta que a essência da educação está em tornar a carreira do magistério objeto de desejo. No Brasil, um professor ganha 40% do que recebem outros profissionais, segundo estudo do pesquisador Marcelo Neri.</p>
<p>— Falta um plano de carreira, vinculado à formação continuada e aos resultados em sala de aula e não ao tempo de serviço — diz Mozart.</p>
<p>Clique aqui e assista ao vídeo com dicas sobre como participar da vida escolar:</p>
<p>Professores do século 21</p>
<p>A preparação do professor para a sala de aula é o processo mais urgente e mais desafiador para o salto na qualidade da educação que se sonha.</p>
<p>Até alguns anos atrás, eram formados apenas no curso Normal — o equivalente ao Ensino Médio — e preparados para o magistério. Entretanto, viu-se a necessidade de as faculdades de pedagogia formarem aqueles que iriam pensar o futuro da educação. Muitos cursos de magistério foram deixando de existir.</p>
<p>— É por isso que até hoje a faculdade é muito mais teórica do que prática. Isso faz com que os professores cheguem na sala de aula e não se sintam preparados — diz Priscila Cruz, diretora-executiva do movimento Todos Pela Educação.</p>
<p>FINLÂNDIA: RECRUTAR OS MELHORES</p>
<p>Os melhores sistemas de educação do mundo colocam os professores em igualdade com as demais profissões, estimulando o orgulho profissional. Para isto, atraem os melhores alunos para se tornarem professores, lembra o físico alemão Andreas Schleicher, responsável pelo Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa). Países como a Finlândia recrutam os seus professores a partir de uma nata dos 10% melhores graduados.</p>
<p>Em segundo lugar, eles fazem com que sejam professores na prática, através, por exemplo, de treinamento em sala de aula, desenvolvimento de líderes escolares fortes e permitindo que os professores propaguem seus conhecimentos e suas inovações. Professores de Cingapura, lembra Schleicher, tem cem horas de formação, desenvolvimento profissional pago integralmente a cada ano. Em terceiro lugar, os melhores sistemas de educação colocaram em prática incentivos e sistemas de suporte diferenciados para garantir que cada criança seja capaz de se beneficiar de excelente instrução. São professores que usam os dados para avaliar as necessidades de aprendizagem de seus alunos e ampliam seu repertório de estratégias pedagógicas.</p>
<p>Qualidade versus quantidade</p>
<p>Na busca pelo equilíbrio entre a qualidade do ensino e a quantidade de tempo na escola, o professor é a peça mais importante. O movimento Todos Pela Educação entende que o tempo é importante, mas não quer dizer que haja a necessidade de turno integral para todos. Os mais pobres e as escolas com Ideb mais baixo devem ser priorizadas.</p>
<p>Eduardo Shimahara, que participou do projeto Volta ao Mundo em 12 Escolas, em busca de histórias inspiradoras, acredita que a aprendizagem não se dê mais no contexto da sala de aula formal. Engenheiro, lembra que a melhor aula do curso ocorreu no boteco:</p>
<p>— O professor de termodinâmica explicava como funcionava o circuito de calor no corpo humano no momento em que a pessoa ingeria a cerveja.</p>
<p>Eduardo lembra que quando visitou a Green School, na Indonésia, ficou estarrecido a primeira vez que viu um professor de ciências correndo no meio da floresta com várias raízes na mão e um monte de alunos atrás dele:</p>
<p>— Perguntei o que era aquilo. Ele respondeu que o papel dele era simplesmente fazer com que os alunos olhassem para a natureza e falassem: &#8220;Uau&#8221;.</p>
<p>SÃO PAULO: AO ENCONTRO DO ALUNO</p>
<p>Em escolas como a Politeia, em São Paulo, é a criança quem escolhe o tema, e os professores vão fazer de tudo para que aquele assunto vire o centro do conteúdo. Eduardo cita o caso de uma menina apaixonada por pets, e essa paixão, comum a muitos da mesma idade, foi alimentada na escola. Assim, ela descobriu conceitos de cidadania, que tem gente que maltrata animais, que a primeira viagem ao espaço foi com a cadela Laika, em 1957, e que naquele período também ocorreu a Guerra Fria. Foram sendo trazidos exemplos e assuntos de acordo com o interesse do aluno. Isso também estimula que sejam feitas pesquisas em casa por conta.</p>
<p>Evasão escolar e repetência</p>
<p>O berço da repetência é a não-aprendizagem. Priscila Cruz diz que os anos finais dos ensinos Fundamental e Médio têm o currículo desconectado da realidade do aluno. Isso faz com que se distancie.</p>
<p>O uso de tecnologia pode ser uma das saídas para uma aula mais próxima da realidade. Distribuir tablets pode ser uma boa prática, mas não vai resolver todos os problemas se o professor não estiver preparado para usar o equipamento.</p>
<p>— A sala de aula é uma rede de pessoas conectadas. Não tem mais espaço para o professor que apenas empurra conhecimento, ele tem de ser um facilitador. Isso mexe com a zona de conforto, vai em cima da crença de que o professor é o centro das atenções — diz Eduardo Shimahara.</p>
<p>Silvio Meira, cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), não crê que só tecnologia seja capaz de mudar a qualidade:</p>
<p>— Esses mecanismo de que as pessoas aprendam sem questionar, sem refletir, são mediados por tecnologia. Tenho restrições quando as pessoas dizem que vão colocar tecnologia para mudar a qualidade da aula. Pode piorar muito, inclusive.</p>
<p>NOVA YORK: APRENDER JOGANDO</p>
<p>Na Quest to Learn, escola pública de Nova York, os alunos aprendem desenvolvendo estratégias e criando os próprios jogos eletrônicos. A escola vive com os mesmos recursos que as demais, contando apenas com oito profissionais extras, especialistas em games e em currículo, que dão suporte aos professores.</p>
<p>Os jogos são apenas um pano de fundo para apresentar conteúdos, como física, história, geografia. Se o jogo é sobre vikings, a criança vai se interessar em saber quem são eles. Perguntas como essas instigam as crianças a investigar. Para Shimahara, este é um exemplo de como trabalhar com as novas tecnologias e também tornar a aula mais atrativa, conectando a criança com o conteúdo de aula.</p>
<p>Família comprometida</p>
<p>Para tornar a educação mais consistente é preciso que a sociedade e a família se engajem. Sem isso, não tem como convencer prefeitos e governadores.</p>
<p>— As pessoas deveriam evitar de reeleger quem fez má gestão na educação, uma sociedade que valoriza a educação participa da escola e atua em casa para complementar o trabalho do professor — argumenta Priscila Cruz, do Todos Pela Educação.</p>
<p>As escolas que vão melhor no desempenho dos alunos no relatório do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) são as que trabalham o ambiente em torno da instituição.</p>
<p>BOM PRINCÍPIO, PIAUÍ: DESTAQUE NACIONAL</p>
<p>A escola municipal Bom Princípio, no Piauí, não tem um único dono. É de todos. Localizada em Teresina, não tem biblioteca, nem laboratório de informática. Só existe um computador, sem internet. Mesmo assim, se tornou uma das melhores escolas públicas do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental do país. No Ideb de 2011, teve nota 7,7.</p>
<p>O diferencial está, segundo a diretora pedagógica Iraneide Nascimento, na ajuda mútua entre os 329 alunos e seus pais, funcionários e professores. As responsabilidades pela educação são dividas. Os pais passaram a ajudar na manutenção e na limpeza da escola. No contraturno, as mães entram na sala de aula para ajudar no dever de casa.</p>
<p>Gestão educacional</p>
<p>Supervalorizar planos e deixar a execução a desejar é uma das características do Brasil, reforça Priscila Cruz. O sociólogo suíço Philippe Perrenoud acrescenta que países não costumam prever cenários.</p>
<p>— Que educação temos que dar para preparar para a vida? Sabemos o que o jovem vivenciará em 2035? Prever as competências que os jovens necessitarão no futuro é prever catástrofes. A escola só tem sentido se ela antecipar, se apresentar cenários — disse ele no final de maio durante o 5º Congresso Internacional de Educação de Gramado.</p>
<p>PORTUGAL: INOVAÇÃO NA ESCOLA DA PONTE</p>
<p>A Escola da Ponte é uma escola pública portuguesa. O projeto teve início em 1976, uma das primeiras rupturas com a escola tradicional: alunos participam do processo de gestão e são realizadas assembleias nas quais trazem sugestões e soluções. Lá, a escola são as pessoas, e as pessoas são os seus valores e os seus valores postos em prática são projetos, segundo o seu fundador, José Pacheco:</p>
<p>— Não era possível continuar tendo aula, prova, séries, isso é a escola do século 19. Na Escola da Ponte, não tem ano, diretor, turma, horário. É esta a integração que se espera para o século 21.</p>
<p>No Brasil, mais de cem escolas se inspiram na Ponte. O criador participa em Cotia, em São Paulo, da implantação da Escola do Projeto Âncora, onde cinco professores cuidam de 400 alunos.<br />
Fonte: Zero Hora &#8211; Porto Alegre/RS.</p>
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		<title>1,6 milhão deixaram a escola em 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 14:35:29 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Evasão é de 3% dos alunos do ensino básico em um ano; segundo MEC, índice cai nos últimos 5 anos Cerca de 1,6 milhão de estudantes abandonaram o ano letivo em 2012, de acordo com dados do Censo escolar do MEC (Ministério da Educação), publicados pelo portal iG. O número corresponde a 3% do 52,9 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="text-align: justify;" border="0" cellspacing="10" cellpadding="0" width="635">
<tbody>
<tr>
<td height="20">
<div><span style="font-family: Tahoma; color: #404040; font-size: x-small;">Evasão é de 3% dos alunos do ensino básico em um ano; segundo MEC, índice cai nos últimos 5 anos</p>
<p>Cerca de 1,6 milhão de estudantes abandonaram o ano letivo em 2012, de acordo com dados do Censo escolar do MEC (Ministério da Educação), publicados pelo portal iG. O número corresponde a 3% do 52,9 milhões de alunos matriculados no ensino básico.</p>
<p>Tanto no ensino fundamental (até o 9º ano) quanto no ensino médio (antigo 2º grau), quase todos os abandonos de colégio ocorreu em escolas públicas.</p>
<p>No ensino fundamental, foram 762 mil, com pior índice para Alagoas, com 7,5% de evasão escolar.</p>
<p>Em seguida, vieram Paraíba (6,6%) e Amazonas (5,6%). Com o maior número de alunos no ensino fundamental, São Paulo teve a menor taxa de abandono: 0,9% &#8211; cerca de 51 mil alunos.</p>
<p>Alagoas também lidera o indesejável ranking de evasão, no ensino médio, com 18,2%. Depois, vêm os Estados de Amapá (17,7%), Piauí (16,9%), Rio Grande do Norte (16,7%) e Pará, 16,6%.</p>
<p>Nessa etapa, a média de abandonos é muito mais alta, chegando a 10,4% do total, em 2012, dos quais 760 mil foram de escolas públicas.</p>
<p>Ouvido pelo iG, o pesquisador Thiago Alves, da UFG (Universidade Federal de Goiás), observa ressalta que as crianças e os adolescentes desistentes têm perfis semelhantes: baixa renda, vêm de famílias com pouca escolarização e muitas trabalham. Também ao site, Maria de Salete Silva, coordenadora da Unicef no Brasil ressalta que taxa de abandono não mostra quantas crianças estão definitivamente fora da escola, somente a desistência anual.</p>
<p>Redução</p>
<p>O índice vem diminuindo, porém. Nos últimos cinco anos, a taxa foi reduzida em 10,87% no ensino fundamental, segundo o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), ligado ao MEC: em 2007, 4,8% dos alunos não concluíram o ano letivo. Em 2012, foram 2,7%.<br />
</span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td height="20"><span style="font-family: Tahoma; color: #404040; font-size: xx-small;">Fonte: Destak Jornal &#8211; São Paulo/SP.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>No País, 756 mil aprendem em paióis, galpões e igrejas</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 14:34:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O caso da capital não é isolado. A adequação da infraestrutura escolar ainda é um desafio do Brasil, que passou por um grande esforço para universalizar o acesso à educação. Segundo levantamento feito pela Meritt, empresa de informação educacional, há 10.838 escolas no País instaladas de modo improvisado. São unidades que funcionam em barracões, paióis, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="text-align: justify;" border="0" cellspacing="10" cellpadding="0" width="635">
<tbody>
<tr>
<td height="20">
<div><span style="font-family: Tahoma; color: #404040; font-size: x-small;">O caso da capital não é isolado. A adequação da infraestrutura escolar ainda é um desafio do Brasil, que passou por um grande esforço para universalizar o acesso à educação. Segundo levantamento feito pela Meritt, empresa de informação educacional, há 10.838 escolas no País instaladas de modo improvisado. São unidades que funcionam em barracões, paióis, galpões, igrejas e na casa de professores &#8211; mas não em um prédio escolar. As informações são do Censo Escolar de 2011.</p>
<p>Essas escolas reúnem 756 mil alunos pelo País. O Estado com maior número de escolas improvisadas é o Maranhão, que concentra 23,3% dessas unidades.</p>
<p>O governo do Maranhão defende que investiu no ano passado R$ 3,7 milhões na construção ou reforma de 28 escolas. Para o ano que vem, promete construir 75 escolas com recursos próprios e do Ministério da Educação (MEC). Pouco se comparado às 2.533 escolas improvisadas.</p>
<p>Improvisações são a ponta de um sistema educacional mal acabado. Em busca de criar um indicador de infraestrutura que pudesse ter um quadro geral das condições das escolas e, sobretudo, das necessidades, pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) e Federal de Santa Catarina (UFSC) descobriram que 44% das escolas brasileiras têm apenas o básico: água encanada, sanitário, energia elétrica, esgoto e cozinha. Nada que, a princípio, configure o funcionamento de uma escola.</p>
<p>Alarmante. O estudo tem outras conclusões preocupantes. Só 0,6% das unidades de ensino do País têm prédios considerados completos, com biblioteca, quadra, laboratório e acessibilidade.</p>
<p>Um dos autores da pesquisa, o professor Joaquim Soares Neto, da UnB, afirma que os resultados &#8220;refletem a realidade nacional que a gente a todo momento se defronta&#8221;. Segundo ele, é certo que a precariedade afeta o desempenho do aluno. &#8220;Mas agora estamos tentando ver o quanto a infraestrutura impacta o aprendizado&#8221;, diz.</p>
<p>Estados e municípios podem pleitear recursos do MEC para obras. Segundo o ministério, o valor previsto para infraestrutura para a Educação Básica Nacional é de R$ 1,6 bilhão neste ano. O valor é contemplado no Plano de Ações Articuladas (PAR), planejamento multidimensional da política de educação das secretarias.</p>
<p>No programa, foram aprovadas 766 obras de construção, reforma ou ampliação, em 23 unidades da federação. O MEC mantém um foco específico em educação infantil. Está previsto R$ 1,9 bilhão para construção de creches e pré-escolas em todo o País.<br />
</span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td height="20"><span style="font-family: Tahoma; color: #404040; font-size: xx-small;">Fonte: O Estado de S. Paulo &#8211; São Paulo/SP.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Direto de Brasília&#8221;: Frente deseja R$ 9 mil para professor</title>
		<link>http://www.esab.edu.br/blog/?p=1630</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 13:12:11 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Educação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.esab.edu.br/blog/?p=1630</guid>
		<description><![CDATA[Frente deseja R$ 9 mil para professor Foi lançada ontem Frente Parlamentar Mista pela Federalização da Educação Básica. Sob inspiração do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), ex-ministro da Educação, a Frente tem por objetivo realizar uma revolução na educação brasileira com a federalização da educação básica. Quando todas as escolas da educação de base públicas forem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="10" cellpadding="0" width="635" align="center">
<tbody>
<tr>
<td height="20">
<div><span style="font-family: Tahoma; color: #404040; font-size: x-small;">Frente deseja R$ 9 mil para professor</p>
<p>Foi lançada ontem Frente Parlamentar Mista pela Federalização da Educação Básica. Sob inspiração do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), ex-ministro da Educação, a Frente tem por objetivo realizar uma revolução na educação brasileira com a federalização da educação básica.</p>
<p>Quando todas as escolas da educação de base públicas forem federais, o custo total do novo sistema estimado pelo senador será da ordem de R$ 463 bilhões por ano, apenas 6,4% do PIB brasileiro, que hoje vale mais de R$ 7 trilhões.</p>
<p>Para federalizar a educação, são propostas seis medidas:</p>
<p>1 – ampliação das atuais 451 escolas públicas federais para 156.164 no país, seguindo o modelo das melhores escolas, tais como, Colégio Pedro II, Escolas Técnicas, Colégios Militares e Institutos de Aplicação;</p>
<p>2 – transformação das atuais 5.601 carreiras de professores municipais e estaduais em uma única carreira nacional de Estado, consolidando a Carreira Nacional do Magistério;</p>
<p>3 – pagamento de salário mínimo de R$ 9 mil por mês para os professores do Novo Sistema de Educação;</p>
<p>4 – criação do Prouni da Educação de Base, o PROESB – Programa de Apoio ao Estudante da Educação Básica;</p>
<p>5 – criação de um Ministério da Educação de Base;</p>
<p>6 – definir prazo de, no máximo, 20 anos para substituir as escolas atuais capengas, por escolas decentes, bem equipadas e em prédios novos compatíveis com as novas demandas.</span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td height="20"><span style="font-family: Tahoma; color: #404040; font-size: xx-small;">Fonte: DCI &#8211; São Paulo/SP.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Investimento público por estudante cresce em todos os níveis de ensino</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 13:09:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os valores de investimento total em educação, em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), passaram de 4,7% para 6,1%, de 2000 para 2011. O investimento total engloba todo o investimento direto mais o pagamento de bolsas de estudos (principalmente as da pós-graduação), o financiamento estudantil (principalmente o Fundo de Financiamento Estudantil, Fies), as transferências para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="10" cellpadding="0" width="635" align="center">
<tbody>
<tr>
<td height="20">
<div><span style="font-family: Tahoma; color: #404040; font-size: x-small;">Os valores de investimento total em educação, em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), passaram de 4,7% para 6,1%, de 2000 para 2011. O investimento total engloba todo o investimento direto mais o pagamento de bolsas de estudos (principalmente as da pós-graduação), o financiamento estudantil (principalmente o Fundo de Financiamento Estudantil, Fies), as transferências para entidades privadas (como o Sistema S), entre outros.</p>
<p>Já o investimento direto em educação em relação ao PIB avançou de 3,9% para 5,3% no mesmo período. Os investimentos diretos são recursos das três esferas do governo utilizados para bens, serviços e investimentos, incluindo construção e manutenção dos estabelecimentos de ensino, remuneração dos profissionais, recursos para assistência estudantil, alimentação, transporte, material didático, formação de professores, por exemplo.</p>
<p>Entre 2000 e 2011 o investimento público direto por estudante, consideradas a educação básica e o ensino superior cresceu 500%, em valores nominais. Passou-se de R$ 970, em 2000, para R$ 4.916, em 2011, relativo a todos os níveis de ensino. Levando em consideração o crescimento real, descontada a inflação do período, passou-se de R$ 1.962 para R$ 4.916 por aluno no período em todos os níveis de ensino, o que representa um aumento de 2,5 vezes.</p>
<p>Considerados os valores nominais, no ensino médio passou-se de R$ 770 investidos por estudante em 2000 para R$ 4.212 em 2011. Tanto os anos iniciais quanto os finais do ensino fundamental tiveram um aumento de 5,4 vezes no investimento por estudante no mesmo período. Em 2000 eram investidos nos anos iniciais R$ 794 por aluno e em 2011 esse valor chegou a R$ 4.341. Já nos anos finais esses valores passaram de R$ 811 para R$ 4.401, no mesmo período. Na educação superior, a evolução do investimento direto chegou a 2,3 vezes – o valor passou de R$ 8.927, em 2000, para R$ 20.690, em 2011.</p>
<p>Em valores atualizados para 2011 pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), no ensino médio passou-se de R$ 1.557 investidos em 2000 para R$ 4.212 em 2011. Tanto os anos iniciais quanto os finais do ensino fundamental também tiveram um aumento no investimento por estudante no mesmo período. Em 2000 eram investidos nos anos iniciais R$ 1.606 por aluno e em 2011 esse valor chegou a R$ 4.341. Já nos anos finais esses valores passaram de R$ 1.639 para R$ 4.401, no mesmo período. Na educação superior, a evolução do investimento direto em valores reais foi de R$ 18.050, em 2000, para R$ 20.690, em 2011.</p>
<p>A proporção de recursos investidos na educação superior em relação à básica passou de 11,1 para 4,8 entre 2000 e 2011. O dado traduz uma maior evolução no total de recursos públicos repassados para a educação básica neste período. O investimento público direto por estudante na educação superior passou de R$ 18.050 para R$ 20.690 em 11 anos, ao passo que na educação básica este valor aumentou de R$ 1.633 para R$ 4.267 no mesmo período, proporcionalmente maior, portanto.</p>
<p>Esse destaque para o aumento do investimento na educação básica vai ao encontro de eventos recentes no cenário da educação nacional como, por exemplo, a criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que está em vigor desde janeiro de 2007.</p>
<p></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td height="20"><span style="font-family: Tahoma; color: #404040; font-size: xx-small;">Fonte: INEP</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Alunos terão mais uma prova no calendário</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 13:09:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O MEC (Ministério da Educação) estabeleceu, em portaria publicada anteontem no &#8220;Diário Oficial da União&#8221;, que o sistema de avaliação da educação básica na rede pública do país será formada a partir de agora por três exames. Além da Prova Brasil, que já é aplicada a todos os alunos do 5º e 9º anos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="10" cellpadding="0" width="635" align="center">
<tbody>
<tr>
<td height="20">
<div><span style="font-family: Tahoma; color: #404040; font-size: x-small;">O MEC (Ministério da Educação) estabeleceu, em portaria publicada anteontem no &#8220;Diário Oficial da União&#8221;, que o sistema de avaliação da educação básica na rede pública do país será formada a partir de agora por três exames.</p>
<p>Além da Prova Brasil, que já é aplicada a todos os alunos do 5º e 9º anos do ensino fundamental, e do Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica), avaliação amostral da última série do ensino médio, haverá ainda, a partir deste ano, a chamada ANA (Avaliação Nacional da Alfabetização).</p>
<p>A avaliação, cujo público-alvo são os alunos do 3º ano do ensino fundamental, é uma das medidas do pacto nacional pela alfabetização na idade certa, lançado pela presidente Dilma Rousseff em novembro de 2012.</p>
<p>&#8220;Todas as crianças serão avaliadas aos sete anos e aos oito anos, para gente saber exatamente o que está acontecendo em cada escola&#8221;, declarou o ministro Aloizio Mercadante (Educação) na ocasião.</p>
<p>A partir do próximo ano, as crianças do 2º ano do ensino fundamental também deverão passar pelo novo sistema de avaliação do nível de alfabetização.<br />
</span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td height="20"><span style="font-family: Tahoma; color: #404040; font-size: xx-small;">Fonte: Folha de S. Paulo &#8211; São Paulo/SP.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Seminário debateu na terça educação a distância no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 13:07:16 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[A Frente Parlamentar para Educação Profissional e a Distância realizou na terça-feira (11), as 9 horas, o 9° Seminário Nacional ABED de Educação a Distância (EAD). O tema do encontro será “Educação Aberta Flexível e a Distância é Fundamental para Educação do Brasil”. O seminário aconteceu pela manhã (9 horas) e à tarde (14 horas). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="10" cellpadding="0" width="635" align="center">
<tbody>
<tr>
<td height="20">
<div><span style="font-family: Tahoma; color: #404040; font-size: x-small;">A Frente Parlamentar para Educação Profissional e a Distância realizou na terça-feira (11), as 9 horas, o 9° Seminário Nacional ABED de Educação a Distância (EAD). O tema do encontro será “Educação Aberta Flexível e a Distância é Fundamental para Educação do Brasil”.</p>
<p>O seminário aconteceu pela manhã (9 horas) e à tarde (14 horas). Nos paineis da manhã estão previstas palestras do coordenador da Frente Parlamentar, deputado Ângelo Agnolin (PDT-TO); o presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), Fredric Michael Litto; a ex-senadora Marina Silva; o deputado Vicentinho (PT-SP); e o senador Valdir Raupp (PMDB-RO).</p>
<p>Na ocasião será entregue o prêmio ABED Uninter de Jornalismo a Edimilson Picler e a João Vianney Valle dos Santos.</p>
<p>Na parte da tarde, estão previstas as participações dos seguintes representantes de entidades:</p>
<p>- Maria Rebeca Otero Gomes, da Unesco:</p>
<p>- Gilberto Gonçalves Garcia, do Conselho Nacional de Educação (CNE);</p>
<p>- José Carlos Wanderley de Freitas, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE);</p>
<p>- Diogo Albuquerque Ferreira, do Conselho Nacional da Justiça (CNJ),</p>
<p>- Marco Antonio de Oliveira, da Secretaria de educação profissional e tecnológica do Ministério da Educação.</p>
<p>De acordo com informações da ABED, o Brasil tem comprovado experiência pedagógica, tecnológica e gerencial em aprendizagem a distância, em todas as regiões, de forma a abarcar um programa de expansão educacional acelerada baseada na modalidade de EAD.</p>
<p>Atualmente, segundo a associação, quase 20% dos seis milhões de universitários no país estudam a distância em cursos reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC).</p>
<p>O presidente da ABED argumenta que “a modalidade de ensino deve merecer alta prioridade no planejamento das metas nacionais a ser atingidas para a criação de uma força de trabalho capaz de suprir a precariedade do ensino no Brasil”.</p>
<p>O seminário foi realizado no auditório Nereu Ramos, na Câmara.</span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td height="20"><span style="font-family: Tahoma; color: #404040; font-size: xx-small;">Fonte: Leal Junior &#8211; POLÍTICA</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Brasil financiará melhoria de ensino superior na África</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jun 2013 12:25:17 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Educação aprovou projeto inédito que prevê financiamentos a universidades brasileiras que queiram ajudar a melhorar o ensino superior na África. Vinte universidades nacionais, entre elas USP e federal de Minas Gerais, enviarão professores e pesquisadores para instituições de cinco países africanos e um asiático, todos de língua portuguesa. A USP, por exemplo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Ministério da Educação aprovou projeto inédito que prevê financiamentos a universidades brasileiras que queiram ajudar a melhorar o ensino superior na África.</p>
<p>Vinte universidades nacionais, entre elas USP e federal de Minas Gerais, enviarão professores e pesquisadores para instituições de cinco países africanos e um asiático, todos de língua portuguesa.</p>
<p>A USP, por exemplo, ajudará a criar um mestrado em educação em Angola. Já a federal do Rio Grande do Sul participará da implantação do primeiro curso de agronomia da Universidade de Cabo Verde.</p>
<p>Por meio da Capes (órgão do ministério), serão financiados 45 projetos, que custarão R$ 6 milhões -pouco menos de 10% do que a pasta deve gastar neste ano com bolsas para alunos nas universidades brasileiras.</p>
<p>É a primeira vez que o ministério financia de forma articulada projetos com esse formato, diz o reitor da UFMG, Clélio Campolina, presidente da Associação das Universidades de Língua Portuguesa.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" title="africa" src="http://news.cmconsultoria.com.br/imagens/2013-06-06-Fig-2.png" alt="africa" width="590" height="464" /></p>
<table style="text-align: justify;" border="0" cellspacing="10" cellpadding="0" width="635">
<tbody>
<tr>
<td height="20">
<div><span style="font-family: Tahoma; color: #404040; font-size: x-small;">Segundo ele, os dois lados ganham. As escolas africanas melhoram suas atividades -nenhuma das de língua portuguesa figura entre as melhores nos principais rankings.</p>
<p>Já o Brasil amplia sua possibilidade de pesquisas e ainda estreita laços com países onde há interesse comercial.</p>
<p>A UFMG, por exemplo, ajudará a criar um curso de graduação de engenharia civil em Moçambique, onde a Vale explora carvão.</p>
<p>&#8220;Acho bom que universidades brasileiras façam isso. As instituições de outros países de língua portuguesa precisam, e a língua comum ajuda&#8221;, diz Simon Schwartzman, pesquisador do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade.</p>
<p>Ele pondera que pode haver &#8220;desperdício de dinheiro&#8221; se os projetos não forem bem desenhados e avaliados. Para isso, afirma, o ideal seria começar com menos projetos.</p>
<p>Paralelamente aos projetos da Capes, a UFMG ajudará a criar uma universidade pública em São Tomé e Príncipe, que hoje tem só um instituto politécnico e uma faculdade privada. O pedido foi feito ao ministro Aloizio Mercadante, que designou a UFMG.<br />
</span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td height="20"><span style="font-family: Tahoma; color: #404040; font-size: xx-small;">Fonte: Folha de S. Paulo &#8211; São Paulo/SP.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>MEC diz que setor melhorou</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jun 2013 12:23:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério destacou ainda o aumento do investimento público direto na Educação de 3,9% para 5,3% do PIB Brasília. Do total de estudantes matriculados no ensino médio do país, 31,1% têm idade acima do esperado para a série que cursam. O dado, referente ao ano passado, foi divulgado ontem pelo Ministério da Educação. A pasta, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="text-align: justify;" border="0" cellspacing="10" cellpadding="0" width="635">
<tbody>
<tr>
<td height="20">
<div><span style="font-family: Tahoma; color: #404040; font-size: x-small;">O Ministério destacou ainda o aumento do investimento público direto na Educação de 3,9% para 5,3% do PIB</p>
<p>Brasília. Do total de estudantes matriculados no ensino médio do país, 31,1% têm idade acima do esperado para a série que cursam. O dado, referente ao ano passado, foi divulgado ontem pelo Ministério da Educação. A pasta, entretanto, ressaltou que esse percentual vem caindo ano a ano. &#8220;Em 2000, mais da metade dos jovens estavam fora da série que deveriam estar em relação à idade&#8221;, disse o ministro Aloizio Mercadante.</p>
<p>O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, destacou o aumento da taxa de aprovação dos alunos da educação básica FOTO: AGÊNCIA BRASIL</p>
<p>Naquele ano, o percentual era de 54,9%. Os índices de distorção idade-série também vêm caindo no ensino fundamental &#8211; nos anos iniciais dessa etapa, o percentual de alunos em série inadequada é de 16,6%, frente a 36,2% em 2000.</p>
<p>Nos anos finais do fundamental, esse percentual caiu de 48,9% para 28,2% no ano passado. &#8220;A cada aluno que não passa de ano temos que fazer o mesmo investimento que foi feito, em vez de estar investindo de forma mais racional&#8221;, disse o ministro Aloizio Mercadante.</p>
<p>Também houve aumento na taxa de aprovação dos alunos da educação básica. No ano passado, 78,7% dos estudantes do ensino médio foram aprovados &#8211; o percentual era de 77,4% em 2011 e, em 2000, de pouco menos de 76%.</p>
<p>O Ministério destacou ainda o aumento do investimento público direto na educação. Em 2000, segundo dados da Pasta, o percentual em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) aplicado na área era de 3,9%. Em 2011, chegou a 5,3%.</p>
<p>Investimentos</p>
<p>Já o investimento público total &#8211; com Prouni, Fies e Ciência sem Fronteiras- cresceu de 4,7% em 2000 para 6,1% em 2011. O Plano Nacional de Educação (PNE), em tramitação no Congresso, impõe como meta investir 10% do PIB. De acordo com o Ministério, em 2011 o investimento em um ano por aluno da educação superior era de R$ 20.690 &#8211; em 2000, era de R$ 18.050. Já o aluno da educação básica passou de R$ 1.633 para R$ 4.267 em 2011.<br />
</span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td height="20"><span style="font-family: Tahoma; color: #404040; font-size: xx-small;">Fonte: Diário do Nordeste &#8211; Fortaleza/CE.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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